Resenha CBT – O Massivo

Bem meus amigos! Hoje é domingo e o 3º CBT do Black Desert acaba hoje, dia 28. Resolvi descansar minha cabeça e ponderar sobre tudo que vi, senti, presenciei, absorvi destas quase 2 semanas de incansáveis jogatinas, vídeos etc.

Foram um total de 20 vídeos feitos, e eu nunca pude imaginar que eu poderia fazer tantos vídeos em curtos espaços de tempo, chegando a colocar 4 vídeos em um único dia! Mas mantive a média de 1/2 ao dia. Pra mim, foi um marco pessoal.

Galeria com videos gravados nesse CBT
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blablabla
Eu tenho consciência, que muito eu deixei de apresentar a vocês, pela questão da linguagem, mas consegui avançar de modo relativamente fácil e intuitivo nas quests, mesmo não sabendo nada do que estava acontecendo, haja visto, que Black Desert possui um rico story line por detrás de todo aquele mundo que se eu dissesse que é gigantesco, ainda estaria sendo modesto nesta resenha. O mundo “me” dava a sensação de infinito.

Sei que não apresentei o crafting, apesar de saber fazê-lo, não seria um conteúdo informativo, pois, as recipes não continha um ícone que eu pudesse pelo menos descrever que tipo de material eu criei e quais os matérias usados para este fim. Como eu poderia descrever tais itens ou suas misturas? Uma bola de pelos + asas de insetos + carne de um animal a qual nem saberia descrever quem dirá seu nome! Vocês amigos há de convir que não daria certo descrever nada!

Tentei capturar um cavalo selvagem. Mas confesso que no alto de minha santa “noobisse”, que eu tentei. Tentei e consegui: Consegui gastar todo o meu dinheiro num total de 11 cordas, ou melhor, laços. Mas vou explicar!

Capturar um cavalo, é um dos mini games (se não o mais difícil deles) de se executar. E todos… Eu disse TODOS falham! São várias tentativas, isso para os experientes. Eles perdem num total de 5 à 7 laços até conseguirem domar o cavalo arisco. De minha parte, o que me atrapalhou mesmo, e vou colocar a culpa sem medo algum, foi do LAG. Perdi quase todos os meus laços por causa dele. Os cavalos nunca paravam quieto, se assustavam a toa, piscavam o tempo inteiro (lag) e nunca estavam onde pensava que estivessem. Quando eu lançava o laço, o cavalo danado corria, piscava e já aparecia bem distante do local que eu “pensava” que ele estava. E lá ia embora meu dinheiro e o laço junto, pois ele não é de graça. Você precisa compra-lo. Se fizer besteira, um errinho que for, já era. Você fica sem o seu laço e tem que equipar outro do seu inventário. E isso se deu numa sucessão de 4 dias seguidos. O que mais me deixou de “cara”, era o fato de você lançar o laço e quando eu conseguia, um pequeno painel acima aparecia, numa espécie de medidor de força. Mas pera aí? Pra onde eu devo olhar? Pro cavalo, pro laço, pra direção, pro medidor de força? Putz… Acho que foi o meu momento der maior raiva dentro de jogo, foi tentar capturar o cavalo sanguinolento. Mas é beta, então, what a hell!

Vou falar sobre as skills, que foi, “pra mim”, um show à parte. Tudo no combate no Black Desert não te dá quase tempo algum de raciocinar devido ao combate em tempo real. Tudo é muito rápido, e você precisa aprender logo como funciona as suas skills. Por sorte, existem lugares para se treinar com alguns dummies de madeira em certo locais nas cidades. E você deve faze-lo. Você precisa ter certeza que dominou suas habilidades de combate antes de sair em mundo aberto. Tudo é muito rápido e dinâmico. Nem pense em apertar os botões de forma tradicional, mas os atalhos das skills estão lá, mas aquilo meu caro, é puro enfeite na sua tela. Você vai precisar literalmente “domar” o seu teclado em conjunto com seu mouse. Você pode chegar a usar até 3 combinações de teclas + botão L ou R do mouse para que seja efetuada “uma” skill. Só uma! Mas em Black Desert existem os combos. Então, sua mão irá se transformar em uma aranha cheia de patas. Você verá! Em minha humilde opinião, Warriors e Rangers são os mais “estilosos”, a junção perfeita entre a habilidade (a sua) e a resposta efetiva na execução das mesmas. Em relação a Sorceress e o Giant, Warrior e Ranger necessitam de uma atenção redobrada e muito treino para que você domine seus combos. Uma vez conseguido, você verá o quanto o combate dessas duas classes é “show de bola” de se ver na sua tela. – Quanto ao Giant e a Sorceress… Esse são dois loucos desvairados. O negócio com eles é na porrada e sem muito papo. Os ataques dos 2 são devastadores. São do tipo que não quer muito papo. É porrada na veia mano! Mas claro? No pain no gain! Sem o treino no uso de suas habilidades, você vai cair fácil. Então TREINE!

– As skills também era algo a se escolher com muita cautela. Cada skill precisa de uma quantidade de pontos que você vai ganhando a cada mudança de level. Deixei de pegar skills importantes que me seriam uteis no level 20, só porque achei complicadas de se executar, e acabei por pegar as mais fáceis ou deixando as que eu já tinha mais fortes. Você pode escolher “upar” uma skill existente e deixando-a mais forte. Esse foi um erro que eu não cometerei. E deixo meu conselho: Não tenha medo de adquirir novas skills só porque elas aparentam ser complicadas de executar.

O Mundo, minha Imersão

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  • Está uma parte difícil e complicada de se comentar, haja visto, que meu trabalho nesta resenha não é influenciar o jogador, muito menos colocar maravilhas “IMAGINÁRIAS”, na cabeça de você que está lendo. Tudo aqui é referente a aquilo que EU vivenciei, senti e experimentei no Black Desert.

    – Desde 2003 quando eu experimentei Lineage II pela 1ª vez. Nunca encontrei outro MMO (e olha que eu joguei inúmeros como Guild Wars, GW2, TERA, AION e tantos outros que neste momento me falha a memória), que me transporta-se para um mundo grandioso. Pude mais uma vez me sentir um aventureiro a explorar a vastidão de um mundo medieval e de fantasia, repleto de centenas de monstros, masmorras, montanhas, riachos, relva, rios e tudo mais que a mente criativa da PearlAbyss foi capaz de nos conceber. Pude uma vez mais, correr pelo mundo, sem destino certo! E nunca, depois do Lineage II, me senti tão imerso. Não era apenas um personagem criado em mundo fantasioso, preso e atrelado a missões que sempre me “empurravam” pra frente, e pra frente, e pra frente. Em Black Desert, o termo “LIBERDADE” era de fato a parte crucial da “minha” experiência online. Tinha sim inúmeras quests e missões para realiza-las, mas eu as fazia quando eu BEM ETENDESSE. Podia sair mundo à fora, podia fazer meu “grind”, podia me aventurar a enfrentar monstros mais fortes, ou correr deles, o que muito aconteceu, pois na maioria dos casos eles vinham em bando então era “pernas pra quem te quero” ou “Meu XP, minha vida” kkkkkk, ops… desculpem!!! – Mas sim, me aventurar por terras de desconhecidas e enfrentar monstros desconhecidos era apenas uma das partes divertidas do jogo para mim. Black Desert não é um jogo, um simples MMO. É um mundo gigantescamente e absurdamente enorme. E eu vi, acredito, que apenas uns 2 ou 3% de toda a extensão, e acreditem vocês que chegaram até! Eu não vi absolutamente nada, de tudo que eu vi, pode parecer meio complicado. Mas Black Desert é imensuravelmente impossível de se expor sua extensão em terra. E atentem: Em Black Desert parte de sua experiência se da no mar. – Definitivamente, foi “minha” experiência mais gratificante, emocionalmente falando. Poder sentir medo, apreensão, mas mesmo assim, o desejo de enfrentá-lo, era uma constante em Black Desert

    – A beleza de Black Desert sem sombra de dúvidas é uma das coisas mais marcantes. É notável todo o cuidado dos programadores em apresentar algo bonito de se ver. Eu literalmente, por vezes, parava no meio de um quest para admirar tal paisagem, ou um único e simples detalhe como uma planta, tão rica em detalhes e cores que parecem que ali, o programador a plantou com suas próprias mão e depositou todo o seu sentimento. E são várias, de vários tipos e cores, pedras, arbustos, coisas tão as vezes pequenas mas que gritam aos seus olhos dizendo: “Ei, olhe pra mim”. Bem, eu finalizo esta parte dizendo: Black Desert é uma obra prima. Obra prima de beleza e da riqueza de detalhes. Sempre desejei depois do Lineage II, recuperar aquela sensação única de fazer parte de outro universo, outra dimensão, de voltar a ser um aventureiro, e não um simples boneco que mesmo em um mundo online, estava preso a e atrelado a inúmeras obrigações estapafúrdias e sem sentindo algum. Não me senti em nenhum momento, escravo do jogo. Não me senti escravizado por sistemas que dizem: FAÇA! OU VOCÊ NÃO TERÁ”. “FAÇA! OU VOCÊ NÃO SERÁ! – Eu era um ser liberto! E o nome deste jogo, onde eu era um ser liberto era: BLACK DESERT.

    Bem, a todos vocês que leram até aqui, eu MarcioHattori do Canal O Massivo, Peço mais uma vez, mil desculpas pela quantidade de coisas que eu deixei de passar para vocês. Muita gente me perguntou sobre o PVP, que só estava habilitado para players no level 30 ou 40, agora eu não me recordo. – Tinham dungeons, lugares com undeads, etc. Fiz o que pude ao meu tempo, no meu espaço. Estive tão focado, que em determinados momentos eu me senti mal, com dores de cabeça. dormi muito mal, madrugadas acordado, gravando, editando e mandando pro YouTube, mas sempre tentando manter a qualidade dos vídeos com boa imagem, bom som e todos a 1440p. Claro que o cansaço as vezes me impedia de fazer uma verificação antecipada do que estava editando e por vezes. alguma coisa fora do contexto como alguns ruídos, ou som alto de mais ou baixo demais, queda de FPS. Então me desculpem. Sou apenas um ser humano preocupado com a qualidade daquilo que apresento.

    Então essa é minha resenha do Black Desert. E… ATÉ O OPEN BETA!

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